Bakundi Minicontos exclusivos  de humor, aventura, ficção e emoção.

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O nome do blog é o resultado da união do nome duas cidades da Nigéria, um país do Continente Africano.











História

Este é o nome deste blog, eu estava procurando um nome bem diferente, então coloquei no buscador do google a palavra bakundimaizuma, e vejam só, o google não achou nada com esse nome, vejam o link.
    GOOGLE. Bakundimaizuma  Disponível em: https://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&safe=off&output=search&sclient=psy-ab&q=BAKUNDIMAIZUMA&btnK=Acesso em: 4 nov. 2012, 11:25 AM
É claro que, atualmente esta página já está totalmente modificada, com vários links, que levam á novas postagens, publicadas neste blog.
Mas como eu sou insistente, vejam só,  encontrei o significado da palavra Bakundimaizuma .
É a união de nomes de duas cidades da Nigéria, um país do Continente Africano.
Bakundi é uma cidade situada na Nigéria, veja o site:
http://www.citymaphq.com/nigeria/nigeria_general/bakundi.html
Maizuma é uma parte do nome da cidade de Sarkin Noma Maizuma que fica próximo á rodovia Zungeru na Nigéria.
Localização Geográfica: Latitude de Sarkin Noma Maizuma: 11,4500 (1126'60.000"N)
                                        Longitude de Sarkin Noma Maizuma: 8,1000 (85'60.000"E)
Confira o site: http://www.citymaphq.com/nigeria/nigeria_general/sarkin_noma_maizuma.html
Inspiração: Esse nome veio a minha mente quando eu procurava um nome bem original.
Finalidade: Eu publico neste blog, tudo o que sei sobre alguns assuntos.Aqui você terá literatura, artes plásticas, moda, música, artes cênicas e arquitetura.Você também verá alguns dos meus Minicontos, você poderá copiar, distribuir, desde que observe as regras impostas nas páginas de cada Miniconto.
Informações Complementares: Desde o século XV, a África é subjulgada pelos europeus. Por quase quatro séculos, Portugal, Espanha e Inglaterra levaram para o continente americano mão de obra escrava capturada na África. Estima-se que cerca de 12,5 milhões de africanos tenham desembarcado à força nas Américas. Só no Brasil, o número de escravos ficou em torno de 4 milhões a 5 milhões que vieram principalmente dos territórios onde ficam Guiné, Costa do Marfim, Benim, Congo, Angola e Moçambique.
Mesmo controlando o tráfico negreiro, os europeus mantinham presença discreta no continente, limitada a entrepostos comerciais na região costeira. isso permitiu á  África manter uma dinâmica social própria, com Estados, reinos e impérios autônomos - além de tribos e povos espalhados por seu território. Porém, no fim do século XIX, as potências europeias iniciaram uma corrida imperialista para controlar o continente, em busca de novas fontes de matérias-primas e de mercados para seus produtos manufaturados.
Era o auge da II Revolução Industrial.
A disputa pelo domínio da África acirrou as desavenças entre as potências. Para resolver o impasse, os países envolvidos realizaram a Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885.  Após a descolonização, os países africanos continuaram tendo sua política e sua economia ditadas pelo exterior. O encontro definiu a partilha do continente entre as principais nações europeias, criando fronteiras artificiais, sem levar em conta os territórios das etnias nativas.


Mapa da partilha da África
As consequências desta partilha foram devastadoras. A divisão atendia aos interesses das potências europeias, que desprezavam a diversidade de culturas e, em certos casos, incitavam conflitos entre tribos rivais como estratégia de dominação do território. Apenas a Libéria - nação formada por ex-escravos e descendentes de escravos norte-americanos - e a Etiópia mantiveram-se independentes.

O nome do blog é o resultado da união do nome duas cidades da Nigéria, um país do Continente Africano.

Miniconto Igreja

Igreja.jpg por Marcelo Silva

Igreja


Um dia resolvi ir a uma igreja evangélica para ouvir a palavra de Deus.
Me sentei em uma cadeira de plástico situada próxima à porta.
Ouvi algumas pessoas cantando algumas músicas, outras gritando e rodopiando, pensei que iam se chocar umas com as outras.
Lá em cima, num canto mais elevado, dois homens engravatados e vestindo paletó, também rodopiavam e gesticulavam muito com as mãos.
Depois de alguns minutos, chegou a hora de ouvir a palavra, percebi que aquele homem falava com alguém da plateia e senti que esse alguém era eu. O motivo era um só, ele falava de coisas que só eu sabia. Me emocionei um pouco e depois ele perguntou se havia alguém que queria ir para a frente para receber uma oração ou para se reconciliar. Eu fiquei imóvel, depois não resisti e fui até a frente para receber uma oração. No outro culto, retornei mais alegre e feliz, mas notei que aquele homem já não estava lá. Havia outro homem para levar a palavra naquela noite, fiquei meio receoso. Ele começou a falar e dar uns gritinhos. Gesticulava de uma maneira parecida com um personagem da televisão. Percebi que ele falava apenas de si mesmo, não senti nada e depois sai dali meio decepcionado.
Mas essa história de igreja não termina ai não, tem outros contratempos que eu passei em uma igreja ali em São Bernardo do campo, na rua Filinto Muller, Jardim esmeralda. Um belo dia de sol, meu pai resolveu me levar à praia. Fomos até a praia das Pintangueiras, no Guarujá. Eu apreciei bastante aquele mar, me parece que era a primeira vez que eu ía a praia. Depois voltamos para casa. Depois de alguns dias, fiquei enfermo e tive que ser internado as pressas. Mas acreditem que os lideres da tal igreja queriam ter uma reunião comigo e o meu pai, por um fato que eu não sabia. Minha mãe disse que eu não poderia ir, pois estava internado no hospital. Então eles disseram que se eu não fosse, seria excluído da tal igreja. E foi isso mesmo que fizeram. Na verdade eu estava internado na UTI de um hospital de São Bernardo do Campo.  Depois eu fiquei decepcionado com o ocorrido e também naquela época eu era um menino e me perguntava qual era o motivo da exclusão. Depois de adulto é que fiquei sabendo que o motivo da exclusão era pelo fato de eu ter ido à praia. E vocês pensam que eles pararam com essas exclusões, havia um irmão que era excluído várias vezes da igreja e logo depois de cada exclusão acontecia uma cena bem insólita. O tal irmão não deixava de ir a igreja, mas ficava do lado de fora. O pastor fazia o apelo para ver quem queria se reconciliar com a igreja e o porteiro da igreja chegava no rapaz e lhe perguntava se ele não queria reconciliar. Vejam que palhaçada, primeiro excluía, depois convidavam a se reconciliar. Fico imensamente arrependido de ter vivido no meio de pessoas tão ignorantes como esses irmãos hipócritas e fariseus. Só para se ter uma ideia da situação, haviam famílias passando fome na igreja e na sede da igreja haviam alimentos se estragando. Uma certa pessoa disse que lá na sede da igreja havia uma sala abarrotada de alimentos. Mas a igreja fechava a mão para algumas famílias. Aquela foi um época muito difícil, mas para mim foi uma escola onde aprendi muita coisa. Nasci numa igreja de fariseus, mas graças a Deus, hoje sou um jovem cristão que aprendeu com as experiências da vida a me portar bem com as pessoas e saber que todos nós temos uma alma que custou muito caro. O preço foi a morte de Jesus Cristo na cruz do calvário, pois bem, pense muito na maneira que você está tratando seu irmão nas igrejas por aí, principalmente vocês pastores que se dizem pastores, pois Deus vai cobrar de cada um de vocês, as almas que vocês fizeram se desviar dos caminhos por causa do seu orgulho besta e medíocre. Eu tinha vários amigos que se foram sem Cristo e sei que Deus vai cobrar o sangue da cada um deles, desses pastores que na verdade são mercadores de alma, fariseus que vivem somente das ovelhas. Depois eu vou continuar esta postagem com algumas histórias que vivi no mundo dos fariseus.


Por Marcelo Silva

Miniconto

Interação criada por Marcelo Silva


Certezas


Na virada da coruja é que se vê o vendaval que se aproxima.
No apito do trem é que a garganta começa a ficar apertada.
No olhar da criança faminta é que a necessidade aumenta.
Nos olhos do velho podemos notar a experiência adquirida.
No voo do urubu podemos saber o caminho da morte certa.

Na luz das estrelas podemos nos guiar através da jornada.
No desabrochar de uma flor, a vida se mostra tão atarefada.
Da brisa que vem da montanha espera-se uma grande chuva.
Dos olhos rancorosos não virá bondade nem boas maneiras.

Com um sinal de boca, conseguimos repreender a criança.
Nas cores do rosto podemos saber as verdadeiras intenções.
Na fala mais dura, no olhar mais sereno, vemos a confiança.
Na abundância de palavras podemos notar a falta de soluções.

Por Marcelo Silva



Informações Complementares


O Miniconto "Certezas" de Marcelo Silva, está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição Compartilha Igual 4.0 Internacional. 
Creative Commons

http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/
Baseado no trabalho, disponível em:
4Shared.
http://www.4shared.com/folder/tDadvqd2/certezas.html
Podem estar disponíveis, autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em Contato.



Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo Lince.       

Analisado por Plagius - Detector de Plágio na segunda-feira, 17 de março de 2014 11:17
Para visualizar o resultado, visite:
4Shared
http://www.4shared.com/document/5JqNoKy-ba/certezastxt_analisado.html

Miniconto

Cogumelo é uma interação criada por Marcelo Silva

Cogumelo vermelho


Eu percebi que não era qualquer cogumelo.
Era um cogumelo, todo vermelho e solitário.
Não havia outras plantas ou flores por ali.
Quem reinava ali, era o cogumelo vermelho.

A rotina era quebrada por um vento suave.
Algumas sementes, voavam deste cogumelo.
Ele era majestoso e bonito, dava gosto ver.
Se o vento ficava forte, ele não se abalava.

Um dia apareceu ali, alguns meninos verdes.
Eles estavam com fome e procuravam comida.
Assim que avistaram o cogumelo, sorriram.
Do cogumelo só ficaram, as sementes nuas.

                                           Marcelo Silva


Informações Complementares

O miniconto Cogumelo Vermelho de Marcelo Silva está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-Compartilha Igual 4.0 Internacional, baseado no trabalho disponível em:
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Creative Commons
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 Podem estar disponíveis, autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em Contato.

Analisado por Plagius - Detector de Plágio em quinta-feira, 6 de março de 2014 14:28
Para ver o resultado da análise visite:
http://www.4shared.com/document/-vPk9Sblba/cogumelotxt_analisado.html

Miniconto

Fuga é uma interação criada por Marcelo Silva

Fuga


Ele sentia frio, mas continuava ali meio encolhido.
Aqueles malditos insetos não lhe deixavam em paz.
Resmungou ao receber uma picada em seu ouvido.
Cobriu todo, até o rosto, coitado daquele rapaz.

Sentiu falta das comodidades do seu apartamento.
Estava longe, sentiu em sua garganta um aperto.
Imaginou uma maneira de fugir daquele convento.
Queria somente andar livre por ai, mas teve medo.

Ouviu algumas pancadas na porta de seu quarto.
Procurou saber quem era pelo seu entendimento.
Alguém arrebentou a porta e lhe pegou pelo braço.
Tempo depois ele já estava voando rumo ao vento.
                                             
Marcelo Silva


Informações Complementares


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Creative Commons
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Analisado por Plagius - Detector de Plágio
terça-feira, 4 de março de 2014 21:42
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http://www.4shared.com/document/U4Va9PzBce/fuga_convertidotxt_analisado.html

Miniconto

A interação "Roubo" foi criada por Marcelo Silva

Roubo

Ele nem conseguiu colocar os pés na rua e já levou um empurrão.
Um menino corria sem controle e chocou-se com o seu ombro.
Aquele homem levou um susto daqueles, ficou sem entender nada.
Se perguntava, de onde havia saído aquele menino tão apressado.

A única coisa que fez naquele momento foi segurá-lo pelo braço.
Foi logo querendo saber qual era o motivo daquela trombada.
O menino não respondeu nada e tentava escapar de suas mãos.
O homem continua a lhe perguntar sobre o motivo da correria.

Em um dado momento o menino dá uma pisada no pé do homem.
O homem dá um grito e esbraveja, enquanto a correria recomeça.
Lá vai o menino correndo pela ladeira afora, nem olha para trás.
Outro homem vem correndo, e grita: - Pega ladrão, pega ladrão!


Marcelo Silva


Informações Complementares

Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo Lince, para maiores informações visite:
 http://www.portaldalinguaportuguesa.org/lince.html 
      
Roubo de Marcelo Silva está licenciado, com uma Licença Creative Commons - Atribuição Compartilha Igual 4.0 Internacional Para maiores informações, visite o site:
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 http://www.4shared.com/office/J1BECuzdce/Roubo_convertido.html
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Analisado por
http://www.plagius.com/app 
segunda-feira, 3 de março de 2014 14:38
Para visualizar o resultado desta análise, visite
 http://www.4shared.com/document/oAQxIq3eba/Roubotxt_analisado.html


Veja o vídeo



Miniconto



   
Ideia

 

Começo a escrever e logo penso que alguém já escreveu.
Mas continuo a colocar aqui as minhas palavras e ideias.
Vejo que minha ideia é boa e percebo que amadureceu.
Meus pensamentos procuram trabalhar, mas quero férias.

Viajar e esfriar a cabeça, relaxar e caminhar sem meias.
Realmente não seria uma má ideia ver as ondas do mar.
Não sei quando vou pôr em prática essas grandes ideias.
Mas tenho que planejar cada momento e talvez me calar.

Mas sei com certeza, terei que fazer uma pequena parada.
Parar diante de problemas, enfrentá-los e solucioná-los.
Meter a cara no mundo e descobrir cada canto da jornada.
Conhecer mais pessoas, culturas, povos e lugares exóticos.

                                                          Por Marcelo Silva




Informações Complementares


O miniconto Ideia de Marcelo Silva está licenciado, com uma Licença Creative Commons - Atribuição Compartilha Igual 4.0 Internacional.
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Analisado por Plagius - Detector de Plágio no domingo, 2 de março de 2014 13:13
Para visualizar a análise, visite 4Shared.
http://www.4shared.com/document/PvWl9XtAba/ideiatxt_analisado.html

Miniconto





Repouso



Hoje resolvi deitar um pouco mais tarde do que de costume.
Tomei um banho quente usando um sabonete de lavanda.
A água estava com bastante espuma, mas com um perfume.
Depois de um tempo, eu sai dali e me envolvi numa manta.

Fui direto para o quarto, notei que a cama estava arrumada.
Peguei um livro de cima da cômoda da cama e comecei a ler.
Não conseguia ler direito, peguei um óculo e retornei a ler.
Pensava e viajava com a personagem do livro, uma fada.

Liguei o ar-condicionado, pois o vento esfriara meu joelho.
Arrumei um pouco o edredom sobre a minha nádega nua.
Depois de ler alguns capítulos, joguei o livro no espelho.
Estava nervoso comigo mesmo, adormeci sob a luz da lua.

                                                            Marcelo Silva


Informações Complementares


Repouso de Marcelo Silva está licenciado, com uma Licença Creative Commons - Atribuição Sem Derivações 4.0 Internacional.
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 http://www.4shared.com/office/pl8qgw1Dce/Repouso.html
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Analisado por Plagius - Detector de Plágio
 http://www.plagius.com/app
segunda-feira, 3 de março de 2014 16:22
Para ver o resultado da análise, acesse
4Shared
 http://www.4shared.com/document/GmJG0_y5ba/Repousotxt_analisado.html



Miniconto Ottawa

A interação Ottawa foi criada por Marcelo Silva


De repente me vi em Ottawa, com seus prédios imensos,
Suas ruas cheias de neve e seus carros apressados.
Fiquei estupefato com sua formosura e sua beleza,
Realmente eu estava em Ottawa, me sentia feliz.

Procurei pessoas conhecidas mas não encontrei.
Eu estava com fome e procurei um pub (1) .
 Passei por uma alameda cheia de árvores floridas.
Avistei um banco de madeira coberto de neve.
Deu me uma vontade de sentar ali, mas não.

Continuei caminhando e olhando para cima.
A neve caia em meu rosto e me sentia livre.
Deu me uma vontade de sair correndo e gritar.
Enfim cheguei ao pub (1) onde me servi de um café.
Pude jogar alguma conversa fora com alguém.
Depois voltei para meu apê (2) quentinho e adormeci.

Marcelo Silva


Informações Complementares

Resumo e Crítica sobre o Miniconto Ottawa
Shvoong



Estrangeirismos e latinismos



1 - A palavra pub é de origem inglesa e significa bar.
2 -  A palavra apê é proveniente do Linguajar brasileiro e significa apartamento ou casa.

Ottawa foi analisado por :
Plagius - Detector de Plágio
http://www.plagius.com/app
domingo, 16 de fevereiro de 2014 17:45
Para ver o resultado da análise, visite:
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 http://www.4shared.com/document/y5gfuH_qba/ottawatxt_analisado.html


Ottawa de Marcelo Silva está licenciado, com uma Licença Creative Commons - Atribuição Compartilha Igual 4.0 Internacional.

Creative Commons
http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/

Baseado no trabalho, disponível em:
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Podem estar disponíveis, autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em contato.


Postagens relacionadas
http://bakundimaizuma.blogspot.com/2014/04/noticia.html

Miniconto


Natureza

Esta é uma derivação em formato jpg da pintura digital Furacão em formato png de autoria de Marcelo Silva.


Furacão


Curvas sinuosas, intercaladas com matizes de vermelho.
Um fundo negro que evoca o espaço infinito, sem ar, escuro, frio.
No centro, uma imagem sugestiva, de uma dança ritualística, e sensual.
Todos os elementos giram em torno de um ponto central, que faz uma interligação entre as cores e os matizes, evocando a devoção quase que profana entre o Criador, e a criatura.


Por Marcelo Silva






Informações Adicionais


O miniconto Furacão de Marcelo Silva está licenciado, com uma Licença Creative Commons - Atribuição Compartilha Igual 4.0 Internacional.  Mais informações sobre a licença, acesse:
Licença para imagem
A imagem Furacão de Marcelo Silva que ilustra esta página está licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada.


Licença para texto



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Creative Commons
 http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/
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